Registrar uma visita deveria custar uma frase, não um formulário.
O Midora Voice é a camada de conversa do Midora. Ele entende o que a pessoa de campo diz, registra o que aconteceu na visita e responde perguntas sobre a carteira — por escrito ou por voz, no celular, entre uma parada e outra.

O registro que não acontece é sempre o mesmo: o que exige parar.
Quem visita termina a conversa, entra no carro e vai para a próxima. O relato fica para depois — e depois vira nunca. O Voice existe para caber nesse intervalo.
Descreva a visita em linguagem normal. O Voice organiza em campos, confirma o que entendeu e grava. Sem menu, sem navegação.
“Quem está sem visita há mais de 60 dias?” — a resposta sai dos registros da própria farmácia, na hora.
A resposta pode ser falada. Dá para usar entre uma visita e outra sem tirar os olhos da rua.

Ele só sabe o que a sua equipe registrou.
O Voice não consulta base externa, não busca dado de médico na internet e não inventa contexto. Ele lê o histórico que a própria farmácia escreveu — e só o dela.
Nenhuma informação de uma farmácia alimenta a inteligência de outra. É restrição de arquitetura, não promessa comercial. Os detalhes estão em segurança e LGPD.
Um assistente, não um substituto de quem decide.
- Registra a visita a partir do que você conta
- Responde sobre cobertura, histórico e ações pendentes
- Lembra o que ficou combinado com cada prescritor
- Não dá orientação clínica nem sugere conduta a paciente
- Não decide preço, desconto ou política comercial
- Não fala com o prescritor no seu lugar
As telas desta página são do ambiente de demonstração. Todos os nomes de prescritores são fictícios — por isso aparecem com “Fake” no meio do nome.
Trinta minutos, com a sua carteira na tela.
Planos a partir de R$ 297/mês. Sem taxa de implantação e sem fidelidade.