Três operações diferentes. A mesma lacuna.
Farmácias magistrais de tamanhos muito diferentes chegam com a mesma frase: “a gente visita, mas não sei dizer quanto da carteira está coberta”. O que muda de uma para outra é o tamanho do estrago e a ordem do conserto. Abaixo, três cenários típicos e o que a implantação resolve em cada um.
A farmácia onde a carteira ainda cabe na memória
Cerca de 300 prescritores · 1 pessoa em campo · uma cidade
O dono conhece os principais pelo nome e decide a visita do dia no carro, pela agenda de quem recebe bem. Existe uma planilha, atualizada quando sobra tempo. Funciona — e funciona de verdade, até a carteira passar do ponto em que uma pessoa consegue guardar tudo.
A lacuna não aparece por incompetência. Aparece porque não existe nada que avise. Um prescritor some da rotina e ninguém percebe, porque não há quem perceba.
- A carteira entra por CSV em cerca de uma semana e deixa de ser memória: vira lista classificada.
- As faixas de 30, 60, 90 e 120 dias passam a sinalizar sozinhas quem esfriou.
- O roteiro do dia sai em menos de 30 segundos, por proximidade e prazo — não por afinidade.
- O registro passa a caber no corredor: menos de 30 segundos, e funciona sem sinal.
A farmácia que cresceu de uma para quatro pessoas em campo
Cerca de 800 prescritores · 4 pessoas em campo · duas regiões
Cada pessoa organiza do seu jeito: uma no caderno, duas em planilhas próprias, uma no WhatsApp. A reunião de segunda existe para descobrir o que aconteceu na semana — e o que se descobre é sempre a versão de quem conta.
Entre um território e outro sobram prescritores órfãos, que todo mundo acha que é do outro. Quando alguém assume uma carteira nova, começa do zero na conversa com quem já é atendido há anos.
- O histórico do relacionamento passa a ficar na empresa, estruturado em 8 dimensões.
- Cada prescritor tem um responsável declarado — e dá para ver quantos estão sem ninguém.
- O supervisor acompanha pelo painel do território, sem pedir print no WhatsApp.
- Quem assume uma carteira chega com o contexto pronto, em vez de reconstruir.
A farmácia que já tem método — e ainda assim não sabe o retorno
1.500 prescritores ou mais · 6 pessoas em campo · múltiplas filiais
Aqui o problema é outro. Existe agenda, existe registro, existe relatório de atividade. O gestor sabe quantas visitas foram feitas no mês. O que ele não sabe é se aquelas visitas viraram prescrição — e qual carteira devolveu mais do que custou.
É o cenário em que duzentas visitas no mês convivem, sem se contradizer, com parte da carteira estratégica descoberta há meses: o volume se concentra em quem é mais fácil de visitar.
- O Midora IQ cruza visitação com orçamento e faturamento, por visitador e por filial.
- A classe de concentração mostra quantos nomes sustentam a maior parte da receita.
- A rejeição por prescritor — em quantidade, percentual e valor — deixa de ser invisível.
- O Midora Orienta prioriza a próxima ação por prescritor, com o motivo à vista.
O que uma usuária escreveu, com o nome dela.
“O Midora Visita me trouxe facilidade no dia a dia. Eu consigo organizar a minha rotina e ser muito mais assertiva e produtiva. Tenho a relação de todos os meus médicos com elementos visuais que me lembram quais deles eu já visitei e quais preciso visitar. Tenho o histórico das últimas visitas, posso verificar o que foi feito na visita anterior e o que planejei para a próxima.”
Depoimento real, publicado com autorização. Os cenários acima são ilustrativos e estão identificados como tais — nunca apresentamos operação hipotética como caso de cliente.
Oito perguntas, resultado na hora.
O diagnóstico devolve o índice da sua operação, a estimativa de quantos prescritores estão fora do prazo de cobertura e as três ações prioritárias. Não pedimos e-mail.
Planos a partir de R$ 297/mês. Sem taxa de implantação e sem fidelidade.