Pare de descobrir o que aconteceu na reunião de segunda.
O trabalho de campo acontece a semana inteira e chega até você em forma de relato, no fim. O Midora inverte isso: o território fica visível o tempo todo, e a reunião passa a ser sobre decisão, não sobre descobrir.

Priorizar deixa de ser intuição.
O painel do gestor mostra cobertura por região e por faixa de tempo. Quem precisa de apoio aparece pelo indicador, não por denúncia.
O roteiro combina proximidade, prazo vencido e compromissos agendados. Menos deslocação, e menos dia gasto com quem prescreve pouco.
Você enxerga o que foi executado sem precisar pedir print no WhatsApp. A conversa sobra para o que exige a sua experiência.
“Isso é para me fiscalizar.”
É a pergunta certa a se fazer, e a resposta está na arquitetura do produto: são duas visões separadas, de propósito. Quem visita tem o próprio painel — a rotina, a evolução e as missões dele. O supervisor enxerga o território: cobertura, distribuição e lacunas.
O check-in por GPS segue a mesma lógica. Ele existe como evidência de execução — a prova de que o trabalho foi feito no lugar e na hora certos, o que valoriza quem faz bem feito e garante a integridade do indicador. Uma implantação apresentada como vigilância fracassa, e com razão.
Veja o painel com o seu território.
Trinta minutos para mostrar como a cobertura aparece e como o roteiro se monta.
Planos a partir de R$ 297/mês. Sem taxa de implantação e sem fidelidade.